Fundação de Arte de Ouro Preto - FAOP
 

         A Fundação de Arte de Ouro Preto nasceu de uma sugestão do poeta Vinícius de Moraes e da atriz Domitila do Amaral, que sentiram na antiga capital mineira a fantástica capacidade de produzir e absorver arte. Com vistas a oferecer à cidade instrumento capaz de incentivar-lhe essa esplêndida vocação de pólo irradiador de cultura, o então governador Israel Pinheiro confiou a Murilo Rubião, a quem entregara outras missões importantes no campo cultural, a tarefa de implantar a FAOP. Inaugurada em 1968, a instituição integrou à sua estrutura a Escola de Arte Rodrigo Melo Franco de Andrade, criada pelos artistas Nello Nuno e Annamélia Lopes. Logo obteve destaque o Curso Técnico em Conservação e Restauração de Bens Culturais, que remonta ao início da década de 70 - quando o restaurador Jair Afonso Inácio, conservador de obras de arte e responsável pelos serviços de restauração do IPHAN em Ouro Preto, teve a iniciativa de organizar o primeiro curso para a formação de Conservadores e Restauradores no Brasil. Durante a década de 90, o curso consolidou-se, ampliando o número de professores e diversificando os conteúdos. Com o objetivo de formar profissionais capacitados em analisar, diagnosticar e intervir em questões de conservação e restauração - e estruturado em 3 módulos semestrais, com carga horária total de 1552 horas - foi finalmente reconhecido, em 2005, pelo Conselho Estadual de Educação de Minas Gerais onde está registrado sob o parecer número 230/2005, processo número 31.239. Nos últimos anos, a Fundação de Arte de Ouro Preto fortalece sua missão - ampliando seu raio de atuação, realizando parcerias com organizações públicas e não governamentais, em trabalhos decisivos para a pesquisa, promoção, conservação e restauração da grande herança cultural dos mineiros, sem perder o caráter contemporâneo de suas ações.          Fonte: Fundação de Arte de Ouro Preto (MG).


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